Musicais no Cinema

Olá letirores!! Essa semana venho lhes dar um refúgio desse clima de copa, principalmente um refúgio para aqueles que amam música e cinema, ou melhor, para aqueles que amam um gênero de filme que junta essas duas coisas: “Os Musicais”.

A princípio, os musicais são um tipo de peça teatral, mas constantemente são adaptados para o cinema, a grande potência dos musicas é, sem duvida, a Broadway! São inúmeros os filmes baseados em suas peças. O último deles a encher a telona foi o musical Nine, que estreou no inicio de 2010 (confesso que o filme me decepcionou, mas a peça é incrível).

Agora vou falar um pouco dos meus musicais favoritos (eu tenho a sorte dos meus musicais favoritos serem clássicos).

Chicago, um dos maiores sucessos da Broadway, adaptado para o cinema em 2003, tem que ser o primeiro a ser falado, pois sou uma apaixonada pela década de 20 (onde a história de Chicago se passa), e uma das coisas que faz com que Chicago seja tão especial, é o nível de carga dramática e o mais incrível é que, apesar do nível dramático, Chicago consegue ser um filme leve (como todo o musical deve ser).

Para quem não conhece a história de Chicago, ai vai um resuminho básico: “Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é, também, a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora, Roxie Hart (Renée Zellweger), sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico”.

No filme é impossível não se apaixonar pelas assassinas, as cores da Chicago, dominada pelas gangues dos anos 20, são retratadas com extrema fidelidade. O elenco também é imperdível, o lindo Richard Gere está em perfeita atuação e a dupla Cath Zeta-Jones e Renée Zellweger então… Sem comentários!

Seguindo a linha dos meus musicais favoritos, venho falar de um que é considerado o clássico dos clássicos: “My Fair Lady”, estrelado na década de 50 pela incrível Audrey Hepburn. Esse filme é fantástico, é leve, engraçado, romântico e, o melhor, da uma lição de vida nas pessoas, porque a grande mensagem dele é “Acredite em si mesmo sempre, e seus sonhos se realizarão”. Pelo menos foi o que eu aprendi com a história da jovem Eliza (a protagonista do musical).

Para quem nunca ouviu falar de My Fair Lady, ai vai um resuminho: “O filme conta a história de Henry Higgins (Rex Harrison), um intelectual e professor de fonética. Ele aposta que conseguirá, no período máximo de seis meses, transformar Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma simples florista de rua que não sabe falar direito, em uma dama. Mas a tarefa se mostra muito mais difícil do que tinha sido imaginada originalmente”.

Outro que eu preciso falar é Mamma Mia! Apesar de ser baseado em musicas do ABBA, o filme é super divertido, não é brilhante, mas é divertido. As músicas do ABBA, apesar de serem originalmente bregas, ganharam uma roupagem nova para o filme, o que as tornaram legais!

A incrível Meryl Streep, tão jovem no filme, tão radiante, está cantando (muito bem por sinal). O elenco não tem só nomes de peso como a Meryl e o ex-007, Pierce Brosnan, há também atores jovens como a Amanda Seyfried.

O resuminho básico de Mamma Mia: “1999, na ilha grega de Kalokairi. Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a se casar e, sem saber quem é seu pai, envia convites para Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard). Eles vêm de diferentes partes do mundo, dispostos a reencontrar a mulher de suas vidas: Donna (Meryl Streep), mãe de Sophie. Ao chegarem Donna é surpreendida, tendo que inventar desculpas para não revelar quem é o pai de Sophie”.

E agora o derradeiro musical favorito: Dreamgirls, de 2006. Esse não é um mega sucesso da Broadway, mas para quem é apaixonado pelos anos 60 e adora Black Music, esse filme é uma boa pedida. Com um elenco de estrelas afro-americanas formado: por Beyoncé, Jennifer Hudson, Jamie Foxx e Edie Murphy. Além disso, outra coisa que tem que ser destacada nesse musical é a trilha sonora (uma das melhores que já escutei).

Resuminho básico: “Detroit, década de 60. Curtis Taylor Jr. (Jamie Foxx) é um vendedor de carros, que sonha em deixar seu nome marcado no mundo da música. Ele deseja abrir sua própria gravadora, mas ainda não tem o formato e o produto certo para vender ao público. Curtis encontra o que procura ao conhecer o grupo The Dreamettes, formado pelas cantoras Deena Jones (Beyoncé Knowles), Lorrell Robinson (Anika Noni Rose) e Effie White (Jennifer Hudson). Elas se apresentam em um show de talentos local, usando perucas baratas e vestidos feitos em casa. Suas vidas mudam quando Curtis, já seu agente, consegue que elas façam o backup do show de James “Thunder” Early (Eddie Murphy), o pioneiro de um novo som em Detroit. Posteriormente o grupo alça vôo solo, mudando de nome para The Dreams. Porém Curtis sabe que para alcançar o sucesso o grupo precisará apostar na beleza provocante e tímida de Deena, mesmo que tenha que deixar de lado a voz potente de Effie”.

Uma pequena observação sobre Dreamgilrs: quando você for assistir prepare a caixinha de lenços, porque o final é lindo ç_ç

Bom esse foi meu post (dica) dessa semana espero que gostem!

Musicais que deveriam ir para o cinema:
Cats
Miss Saigon
Os Produtores

Universo Alternativo é um blog de entretenimento (ou não), criado em meados de 2009 e, quando nada deu certo, foi morto e reinventado a partir do zero (em 2014) como se nada tivesse existido antes. Gerado diretamente do Caos (Caos), assim como seus irmãos Nyx (Noite) e Érebo (Escuridão), UA é a personificação dos universos paralelos existentes no Cosmos. Para um melhor entendimento sobre o assunto, indicamos o estudo de mitologias de um modo geral.

4 Comments

  • Gih Leigh

    29 de junho de 2010 at 11:44 am

    Vou ser bem sincera, eu não curto musicais, mas já assisti alguns que adorei. Um que não me lembro o nome, mas é lindo, onde a atriz principal é a Beyonce… nem preciso comentar que a voz dela é perfeita, não é? Incomparável. Destes indicados, fiquei super curiosa pra assistir esse "Chicago", me chamou bastante atenção, acho que vou procurar. Valeu pela dica, Runaway o

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